quarta-feira, maio 19, 2010

Bailarina dentro de mim

Doce, delicada, suave, leve é assim que uma bailarina deve ser!
Foi assim ontem.
Lembrei que serei assim sempre!
Pq esta arte já está dentro de mim...
Obrigada menina bailarina russa.

*Pra lembrar da noite especial em 18/05/2010, quando assisti a peça Don Quixote com o Imperial Russian Ballet. Bravo Maria Sokolnikova!!

segunda-feira, maio 17, 2010

O porque de tanta beleza!

Olhando fotos recentes noto como estou L-I-N-D-A! Assim mesmo, com letras maiúsculas e pausa ao falar. E sabe porque?
Porque cada dia tenho mais consciência de mim.
Porque cada dia tenho mais certeza do que quero.
Porque cada dia sei exatamente o que sinto.
Por mim e pelo outro.
Aí olhar no espelho faz um bem danado, porque a imagem além de conhecidíssima, fica clara e mais bonita.
O sorriso vem mais fácil, e mesmo se ao olhar eu vejo uma lágrima, sei que ela é passageira tanto quanto necessária.
O tempo é generoso e sempre nos dá o que desejamos se soubermos esperar, se formos pacientes e vivermos um momento de cada vez.
Feliz eu me sinto! Mais L-I-N-D-A estou.
Por dentro que transparece fora.
Obrigada liberdade.
Obrigada maturidade.

quinta-feira, maio 13, 2010

Deixa a Vida "TE" Levar

"E deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Deixa a vida me levar
(Vida leva eu!)
Sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu...

...

Se a coisa não sai
Do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar" - Zeca Pagodinho

segunda-feira, maio 10, 2010

Sem planejar é mais gostoso

A minha melhor transa até agora aconteceu sem planejar. Parece óbvio, mas pra mim não era até hoje.

Num domingo sem graça, tempo cinza, feio, eu fui só passear em um bar meio afastado, sossegado, tranquilo, tomei suco... isso mesmo!! Conversei de montão, namorei, beijinho tranquilo e gostoso, pegar na mão, fazer carinho, como adoslecentes. Mais conversa, sobre tudo, casa, vida, amigos, jeitos e até sexo. Eu certa: jamais transaria no primeiro encontro porque não me dá vontade, não por teoria e muito menos preconceito.

Caminhei para o carro e já íamos cada um pra sua casa, mas uma vontade de dar uns beijinhos um pouco mais parecidos com beijões, junto do fato inevitável de encontrar apenas aquela cama como pouso, resultou na delícia que viria a seguir. Não antes da minha insistência: vc tem certeza desse disperdício, moço? Ele tinha.

Inevitavelmente os beijos virarão beijões, os carinhos na mão foram se estendendo pro corpo todo e ele esperando meu breque... se surpreendia. Eu, entregue, devagar, deixava que ele avança-se um passo por vez, um beijo mais embaixo, uma peça de roupa a menos, um pedaço do corpo descoberto e coberto só pelo corpo do outro. Tudo no tempo certo, sem nenhum dos dois imaginar onde aquilo ia parar, e com os dois imaginando parar a qualquer momento.

No final, ele brecou e o ato nem se concretizou. Apesar disso, foi a minha melhor transa porque me entreguei completamente, sem receios, inteira e até o fim.

A melhor transa, porque o fim, foi só o começo da vontade de terminar num outro dia.