Hoje também notei como pode embolar tudo quando agente planeja a hora de transar com quem gosta. E por planejar entende: dia, hora, roupa certa, lugar exato, e tudo isso pronto na cabeça antes de sair de casa. Acabamos por nos condicionar a sentir o que acostumamos a pensar, e isso acreditem, estraga tudo um pouco.
A primeira, nervoso misturado com ansiedade, estragou um poucquinho, o que só salvou estar com o amor da minha vida no momento, um homem estremamente generoso, atensioso, calmo e cuidadoso comigo. Um homem que me amava, desejava, idolatrava, tinha extrema admiração por mim.
Outra vez, o plano de inauguração, a lingerie escolhida por dias, semanas com laço e tudo, o momento sonhado ao extremo, tudo milimetricamente planejado e calculado. Imaginado em detalhes. No final, frustração, o homem envolvido foi egoísta, teve problemas. Fiasco total, e não pelo ato não consumado, mas sim pelo tratamento indiferente que recebi do homem que estava ao meu lado.
A última, desejava, mas não deveria ter planejado. Saí de casa já certa que no final da noite teria estado com ele. Isso atrapalhou um pouco a conversa, pois meu foco estava em outra coisa. Cada copo de cerveja que eu bebia, era pensando em relaxar, e não em me divertir. Era como se eu desse passo a passo rumo ao meu objetivo final: ficar com ele naquela noite. Tudo foi tão planejado que esqueci de sentir e dessa vez quem não conseguiu chegar lá fui eu.
Olhando pra trás é muito claro que nessas horas, o mais gostoso é deixar o racional bem longe das sensações, pois só assim é pleno o momento e gigante o orgasmo! Aí sim, não só o corpo que treme, mas a mente que silencia nos olhos dele e nos sorrisos extasiados.
εïз εïз A idéia aqui é registrar emoções, sentimentos, fatos, histórias, e me divertir escrevendo!!! εïз εïз * To remember always: "Chase dreams, not cars"
Mostrando postagens com marcador Histórias ou Estórias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Histórias ou Estórias. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, fevereiro 06, 2019
segunda-feira, maio 10, 2010
Sem planejar é mais gostoso
A minha melhor transa até agora aconteceu sem planejar. Parece óbvio, mas pra mim não era até hoje.
Num domingo sem graça, tempo cinza, feio, eu fui só passear em um bar meio afastado, sossegado, tranquilo, tomei suco... isso mesmo!! Conversei de montão, namorei, beijinho tranquilo e gostoso, pegar na mão, fazer carinho, como adoslecentes. Mais conversa, sobre tudo, casa, vida, amigos, jeitos e até sexo. Eu certa: jamais transaria no primeiro encontro porque não me dá vontade, não por teoria e muito menos preconceito.
Caminhei para o carro e já íamos cada um pra sua casa, mas uma vontade de dar uns beijinhos um pouco mais parecidos com beijões, junto do fato inevitável de encontrar apenas aquela cama como pouso, resultou na delícia que viria a seguir. Não antes da minha insistência: vc tem certeza desse disperdício, moço? Ele tinha.
Inevitavelmente os beijos virarão beijões, os carinhos na mão foram se estendendo pro corpo todo e ele esperando meu breque... se surpreendia. Eu, entregue, devagar, deixava que ele avança-se um passo por vez, um beijo mais embaixo, uma peça de roupa a menos, um pedaço do corpo descoberto e coberto só pelo corpo do outro. Tudo no tempo certo, sem nenhum dos dois imaginar onde aquilo ia parar, e com os dois imaginando parar a qualquer momento.
No final, ele brecou e o ato nem se concretizou. Apesar disso, foi a minha melhor transa porque me entreguei completamente, sem receios, inteira e até o fim.
A melhor transa, porque o fim, foi só o começo da vontade de terminar num outro dia.
Num domingo sem graça, tempo cinza, feio, eu fui só passear em um bar meio afastado, sossegado, tranquilo, tomei suco... isso mesmo!! Conversei de montão, namorei, beijinho tranquilo e gostoso, pegar na mão, fazer carinho, como adoslecentes. Mais conversa, sobre tudo, casa, vida, amigos, jeitos e até sexo. Eu certa: jamais transaria no primeiro encontro porque não me dá vontade, não por teoria e muito menos preconceito.
Caminhei para o carro e já íamos cada um pra sua casa, mas uma vontade de dar uns beijinhos um pouco mais parecidos com beijões, junto do fato inevitável de encontrar apenas aquela cama como pouso, resultou na delícia que viria a seguir. Não antes da minha insistência: vc tem certeza desse disperdício, moço? Ele tinha.
Inevitavelmente os beijos virarão beijões, os carinhos na mão foram se estendendo pro corpo todo e ele esperando meu breque... se surpreendia. Eu, entregue, devagar, deixava que ele avança-se um passo por vez, um beijo mais embaixo, uma peça de roupa a menos, um pedaço do corpo descoberto e coberto só pelo corpo do outro. Tudo no tempo certo, sem nenhum dos dois imaginar onde aquilo ia parar, e com os dois imaginando parar a qualquer momento.
No final, ele brecou e o ato nem se concretizou. Apesar disso, foi a minha melhor transa porque me entreguei completamente, sem receios, inteira e até o fim.
A melhor transa, porque o fim, foi só o começo da vontade de terminar num outro dia.
quinta-feira, abril 29, 2010
Um grande amor
Num dos primeiros encontros, o diálogo:
Ela (extasiada de felicidade): Não vou mais pra praia, ficarei aqui contigo nas férias!
Ele (assustado): Não pense que eu tinha outros planos. Mas querida, nunca deixe de fazer nada que você queira ou planeje por ninguém. Nunca mude sua vida pelo outro.
Ele era seu primeiro amor, foi seu primeiro homem. Ela ainda menina, ouviu e registrou o conselho. Ele era o namorado perfeito, carinhoso, gentil, super presente. Tudo durou pouco mais de um ano.
Ela tinha sonhos e eles incluiam Lodres. Ela despediu-se, triste, mas certa de que se desistisse ele não a amaria mais.
Um ano passou, e ela voltou para reencontrar seu grande amor. No aeroporto o abraço e o reestabelecimento do laço. Forte e vivo.
Novo diálogo:
Ele (se sentindo como mulher de marinheiro): Eu não posso mais ser o mesmo de antes pra você.
Ela (orgulhosa): Então tá. Vc passou bem esse ano sem mim, né!? Sendo assim, pode passar o resto da vida tb.
Ele só queria ser recosquistado. Ela não teve maturidade pra perceber.
Foram cada qual viver suas vidas. Seguiram seus caminhos.
Tempo depois voltaram a se cruzar. Amigos novamente.
Mais tempo passou, apareceu um segundo amor pra moça e agora era ele que ia em busca de um sonho, viajou e enfrentaram nova despedida.
Ela (feliz com seu novo amor): Você deve mesmo ir ao encontro do seu sonho.
Ele (arrependido): Eu devia é ter ido pra Paris te encontrar e ser feliz.
O "timing" não se acerta pra eles. Ela casa com seu terceiro amor. O primeiro amor casa-se também. Tiveram filhos, lindos
Ontem, se reencontraram. Tudo volta á tona, parece que com a mesma intensidade.
É AMOR, disso ninguém duvida. Resta saber, se eles conseguirão o timing, o encontro.
Porque certo esse amor já deu, e ambos podem carregá-lo no peito e dormir aconchegados quando desejam.
Ele (mensagem no celular no dia seguinte): Saiba que SEMPRE te amarei.
Ela (passando o dia na lua... olhando pra parede): Quem sabe um dia agente consiga VIVER esse AMOR.
Ela (extasiada de felicidade): Não vou mais pra praia, ficarei aqui contigo nas férias!
Ele (assustado): Não pense que eu tinha outros planos. Mas querida, nunca deixe de fazer nada que você queira ou planeje por ninguém. Nunca mude sua vida pelo outro.
Ele era seu primeiro amor, foi seu primeiro homem. Ela ainda menina, ouviu e registrou o conselho. Ele era o namorado perfeito, carinhoso, gentil, super presente. Tudo durou pouco mais de um ano.
Ela tinha sonhos e eles incluiam Lodres. Ela despediu-se, triste, mas certa de que se desistisse ele não a amaria mais.
Um ano passou, e ela voltou para reencontrar seu grande amor. No aeroporto o abraço e o reestabelecimento do laço. Forte e vivo.
Novo diálogo:
Ele (se sentindo como mulher de marinheiro): Eu não posso mais ser o mesmo de antes pra você.
Ela (orgulhosa): Então tá. Vc passou bem esse ano sem mim, né!? Sendo assim, pode passar o resto da vida tb.
Ele só queria ser recosquistado. Ela não teve maturidade pra perceber.
Foram cada qual viver suas vidas. Seguiram seus caminhos.
Tempo depois voltaram a se cruzar. Amigos novamente.
Mais tempo passou, apareceu um segundo amor pra moça e agora era ele que ia em busca de um sonho, viajou e enfrentaram nova despedida.
Ela (feliz com seu novo amor): Você deve mesmo ir ao encontro do seu sonho.
Ele (arrependido): Eu devia é ter ido pra Paris te encontrar e ser feliz.
O "timing" não se acerta pra eles. Ela casa com seu terceiro amor. O primeiro amor casa-se também. Tiveram filhos, lindos
Ontem, se reencontraram. Tudo volta á tona, parece que com a mesma intensidade.
É AMOR, disso ninguém duvida. Resta saber, se eles conseguirão o timing, o encontro.
Porque certo esse amor já deu, e ambos podem carregá-lo no peito e dormir aconchegados quando desejam.
Ele (mensagem no celular no dia seguinte): Saiba que SEMPRE te amarei.
Ela (passando o dia na lua... olhando pra parede): Quem sabe um dia agente consiga VIVER esse AMOR.
Assinar:
Postagens (Atom)